terça-feira, 19 de julho de 2011

SALINAS DA MINHA INFÂNCIA NÃO EXISTE MAIS

Poluição sonora lidera ocorrências no verão de Salinas

Cerca de 80% das ocorrências diárias registradas pelo Centro Integrado de Operações (Ciop) em Salinas, nordeste do Estado, nos primeiros 15 dias do veraneio são de poluição sonora. As infrações, segundo o Ciop, aumentam durante os finais de semana, quando o número de veículos em circulação pelo balneário chega a quase nove mil.
De acordo com o coordenador do Ciop, Sérgio Lopes, a maioria das ocorrências de poluição sonora acontecem nas praias do Atalaia, por conta do grande número de carros com som alto, Farol Velho e orla do Maçarico, onde o casos são mais frequentes à noite.
Ainda segundo Lopes, outras situações como roubo, agressões e brigas tem ocorrido com menos frequencia neste verão em Salinas. “O que mais temos registrado aqui são ocorrências de poluição sonora. Roubos, furtos, agressões e outros delitos têm sido minimizados devido ao intenso policiamento feito nas ruas do município”, assegurou.
As rondas ostensivas tem sido feitas pela Polícia Militar em diversos pontos do balneário, como na orla e nas praias de maior concentração de veranistas. Ao todo, 170 homens, entre o efetivo do município e o reforço encaminhado da capital, têm garantido a segurança dos moradores e visitantes com o apoio de dez novas viaturas entregues pelo governo, além de bicicletas, na área da orla, e quadriciclos nas praias.
O policiamento é feito também em parceira com o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) e a Delegacia Estadual de Meio Ambiente (Dema), que atuam sobre os crimes cometidos contra a natureza, como a poluição sonora. Sérgio diz que quando há denúncia deste tipo de crime, uma equipe da BPA é acionada pela PM para verificar se o som está acima do nível permitido pela Lei Ambiental vigente no país. Se for confirmada a denúncia, os infratores são orientados e, caso reincidam no delito, podem ser autuados em flagrante.

Um comentário:

Anônimo disse...

Concordo c vc, a Salinas da minha infância, que tanto amava, não existe mais, não mesmo... Perdi meu amado avô paterno faz pouco tempo, só alguns meses, tenho 14 anos, mas lembro com saudades das férias de infância na casa de praia desse mesmo avô, das brincadeiras na praia, dos banhos no lago da Coca-Cola, Salinas, p/mim, tem lembranças de infância agradáveis, amava o peixinho frito que uma das caseiras lá da velha casa de Salinas fazia pra mim, também amava passear pela Praça do Maçarico... Lembranças essas que o tempo não traz de volta, vão ficar apenas na saudade, e quiçá, eu conte para meus filhos e netos, quando tiver... Não tenho fotos das férias lá na velha casa de Salinas, mas não faz mal. As melhores lembranças são aquelas que ficam na memória. Saudades de um tempo que não volta mais... Quando ficar adulta, quero comprar uma casa no litoral, p que meus filhos possam desfrutar dessa infância deliciosa!