terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

TST - disputa por cargos

Lauro Jardim
Radar on-line
com Fernando Exman, Ricardo Brito e Thiago Prado

Justiça das incertezas 1

O TST retorna suas atividades na amanhã sob o signo da incerteza. O presidente eleito João Oreste Dalazen corre o risco de não ficar no cargo. Motivo: pela Lei da Magistratura, é proibido ocupar postos de direção por mais de quatro anos. E Dalazen já foi corregedor-geral do Trabalho e vice-presidente nos últimos quatro anos.
A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho reúne-se até o dia 15 de fevereiro para decidir se vai ao Supremo questionar a eleição de Dalazen.Por Lauro Jardim

Justiça das incertezas 2

Foi justamente o receio de não se tornar, no futuro, presidente que o atual corregedor Carlos Alberto se negou a assumir a vice-presidência. Até o momento, não há sinais de que a cadeira será ocupada.
Historicamente, mesmo com o teto imposto pela Loman de quatro anos para ocupar cargos de direção, sempre houve consenso nas eleições do tribunal. Só que a tradição foi quebrada no último pleito, quando Dalazen e Carlos Alberto disputaram a presidência no voto.
Por trás do dessas incertezas, especula-se, estaria o desejo do ministro Ives Gandra Martins Filho, quinto na linha sucessória e conselheiro do CNJ, de abreviar seu caminho até o comando do TST.

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