sábado, 4 de dezembro de 2010

Toma posse nova administração do TRT8


No dia 3 de dezembro, às 17h, no auditório Aloysio da Costa Chaves, tomaram posse os três desembargadores que assumirão a administração do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região no período de 2010/2012.

 
A nova administração do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, que compreende os estados do Pará e Amapá, é composta pelos desembargadores José Maria Quadros de Alencar, Suzy Elizabeth Cavalcante Koury, e Francisco Sérgio Silva Rocha assumiram os cargos de Presidente, Vice e Corregedor Regional, respectivamente.

A solenidade contou com a presença de mais de 300 pessoas e foi prestigiada por muitas autoridades, como o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil Ophir Cavalcante Júnior, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seção Pará Jarbas Vasconcelos, o senador José Nery, a senadora eleita Marinor Brito, o deputado federal Gerson Peres, o deputado estadual e deputado federal eleito Arnaldo Jordy e o procurador da geral do Estado do Pará Ibraim Rocha.

Ao despedir-se da presidência do TRT, a desembargadora Francisca Formigosa além de saudar os novos gestores, fez uma balanço dos dois anos à frente do Tribunal, e destacou os sucessos alcançados ao tomar como base de sua administração o planejamento estratégico já alinhado às metas do TST e CNJ.

O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil Ophir Cavalcante Júnior destacou o otimismo com a nova administração diante da biografia que o novo presidente construiu ao longo da carreira. O desembargador José de Alencar ingressou no TRT na vaga do 5º constitucional destinada à OAB.
 
O novo presidente do TRT8, desembargador José de Alencar, ratificou em suas palavras o compromisso em manter uma governança sólida, combinando tradição com modernidade. Também reiterou o apoio ao planejamento estratégico, com ênfase nas políticas de valorização e intensificação do uso das tecnologias de informação e comunicação - agora tendo a Web 2.0 como plataforma.
O desembargador também ressaltou a importância de se manter um bom clima organizacional, “pela aceitação e pela prática de uma gestão coletiva, compartilhada, colegiada e participativa, pois para isso existem técnicas regimentais, organizacionais e procedimentais”

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