sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Ministro corregedor fala sobre a correição do TRT 8


"Um Tribunal rápido. Que trata bem o seu cliente. Onde os juízes são colegas e a informática é boa.
O futuro presidente tem bons conhecimentos de informática. O Tribunal também é organizado, tem dependências materiais boas e advogados de ótimo nível", assim o ministro Carlos Alberto Reis de Paula, corregedor geral da Justiça do Trabalho, definiu o TRT da 8ª Região após a leitura do relatório da correição realizada no TRT8, no início da noite de quinta-feira (7).














O ministro também destacou a necessidade da uniformização da jurisprudência. "Há necessidade de criar súmulas. Assim, empregado e empregador passam a entender como o Tribunal pensa e este é no nosso papel (da Justiça) gerar segurança e previsibilidade”.
O ministro Reis de Paula ainda destacou a necessidade de ser dada maior atenção ao processo de execução, pois é com ele que se dá efetivamente a garantia do direito.
Uma ação de destaque feita pelo ministro foi em relação ao trabalho realizado pela presidente do TRT no projeto de 'Conciliação em precatórios itinerantes'. Só em 2009 foram conciliados mais de 1 milhão de reais.
A presidente do TRT8, Des. Francisca Formigosa, agradeceu as palavras do ministro e garantiu que só conseguiu tudo graças ao apoio que teve de magistrados e servidores.
O corregedor-geral do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Carlos Alberto Reis de Paula, realizou correição no Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT8), em Belém, entre os dias 4 e 7 de outubro. O procedimento acontece a cada dois anos nos 24 regionais distribuídos pelo país e tem o objetivo de fazer uma avaliação do desempenho dos TRTs.
Durante esse período, todos os setores do TRT8 prestaram esclarecimentos ao ministro. Ordem dos Advogados do Brasil Seção Pará, do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Pará e Amapá (Sindjuf), da Associação de Magistrados Trabalhistas da 8ª Região (Amatra8), Associação de Advogados Trabalhistas do Pará e Ministério Público do Trabalho também foram atendidos em reuniões separadas.

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