domingo, 6 de julho de 2008

Apagão na web atinge o Pará

Apagão na web atinge o Pará - Amazônia - Edição de 06/07/2008

Acidentes ocorridos na fronteira do estado com o Maranhão deixa a população sem internet por quase um dia.

Depois do apagão da internet que atingiu São Paulo na última quinta-feira, foi a vez dos estados do Pará e Maranhão sofrerem os transtornos provocados pela suspensão nos serviços de banda larga e de telefonia móvel. Acidentes ocorridos na fronteira entre os dois Estados resultaram no rompimento de cabos de fibra ótico, ocasionando os problemas aos usuários da Oi e Amazônia Celular, conforme divulgou, em nota, a empresa de telefonia.
Durante todo o dia de ontem, os números de informações da Oi Internet e telefonia móvel ficaram congestionados devido ao alto número de clientes em busca de respostas sobre a suspensão dos serviços. O 'apagão' começou por volta das 10 horas de ontem bloqueando o acesso à internet em todos os municípios dos dois Estados.
Apenas no final da tarde de ontem, o Maranhão já estava reconectado à rede mundial de computadores, enquanto o serviço só foi restabelecido no Pará por volta das 20h.
A empresa informou que um dos acidentes foi provocado por uma retro-escavadeira entre os municípios de Alto Alegre e Santa Inês, cerca de 300 quilômetros longe de São Luís, capital maranhense. O segundo acidente ocorreu na área do município de Gurupi, fronteira entre Pará e Maranhão. A natureza do acidente não foi informada.
Em ambos os acidentes, houve rompimento na linha de fibra ótima, o que provocou os transtornos a paraenses e maranhenses. A internet ficou fora do ar por quase todo o dia e os usuários de telefonia móvel da Oi e Amazônia Celular tiveram dificuldades em fazer e receber ligações. Quanto à telefonia móvel, a Oi informou que houve dano parcial aos usuários e que todas as providências serão tomadas para o restabelecimento total dos serviços.

Um comentário:

Frederico Guerreiro disse...

Saudações, Exª!
E nada se fala a respeito da responsabilidade objetiva da empresa em compensar os prejuízos causados ao consumidor. Imagine-se aquele que teria um documento essencial a um ato negocial, que precisasse ser enviado a outra localidade, para a concretização do negócio?
Muito bom o conteúdo do blog. Se me permitir, farei um link para o meu "favoritos".
Abraço